
Otorrinolaringologista
A perda de audição é uma condição que afeta milhões de pessoas em todo o mundo e pode ter um impacto significativo na qualidade de vida dos seus portadores.
Este texto explora os diversos aspectos da perda auditiva, incluindo suas causas, sintomas, métodos de diagnóstico e possibilidades de tratamento, além de discutir a importância da prevenção e da conscientização sobre essa condição.
Dra. Kaliane M. Araujo, médica Otorrinolaringologista com mais de 23 anos de experiência. Atua com abordagem integrativa pautada em evidências científicas e aprofundando a avaliação do paciente de uma forma completa. Também é cirurgiã, com mais de 10 mil pacientes operados
A Dra. Kaliane não é apenas uma especialista, mas também uma profissional que se preocupa com o bem-estar de seus pacientes. Sua abordagem humanizada garante que cada paciente se sinta acolhido e compreendido. Isso é especialmente importante para aqueles que podem estar ansiosos sobre suas dificuldades auditivas ou preocupações com a saúde cognitiva.

ALGUMAS OPNIÕES SOBRE ELA:



SUMÁRIO:
- O Que é a Perda de Audição?
- Qual a incidência da perda auditiva?
- Qual a anatomia da Audição?
- Quais os tipos de perda de audição?
- Quais as Causas da Perda de Audição?
- Quais os Sintomas da Perda de Audição?
- Qual Impacto da Perda Auditiva na Qualidade de Vida?
- Relação entre o cérebro e a Perda de Audição ?
- Perda de Audição e Demência no Idoso: Uma Relação Complexa
- Como Diagnosticar Perda de Audição?
- Qual Tratamento para Perda de Audição?
- Como Prevenir a Perda de Audição?
O Que é a Perda de Audição?
A perda de audição, ou surdez, refere-se à incapacidade parcial ou total de ouvir sons.
Essa condição pode variar em severidade, desde uma leve diminuição da capacidade auditiva até a completa surdez.
A perda auditiva pode ocorrer em um ou ambos os ouvidos e pode afetar pessoas de qualquer idade, embora sua prevalência aumente com a idade.

Qual a incidência da perda auditiva?
A surdez é a deficiência sensorial mais comum.
- Crianças: Em torno de 1 a cada 1000 crianças são afetadas com surdez grave ao nascer ou até o final do período de aquisição de fala e linguagem. Sendo 60 % dos casos de causa genética.
- Adultos: Em torno de 30 % dos individuos entre 65 e 75 anos terão algum grau de perda auditiva sensorioneural.

Qual a anatomia da Audição?
A orelha humana é dividida em três partes principais: a orelha externa, a orelha média e a orelha interna.
Cada uma dessas partes possui uma anatomia específica que contribui para o processo da audição.

1. Orelha Externa
A orelha externa é a parte visível da orelha e é composta por duas estruturas principais:
- Pavilhão Auricular: É a parte externa e visível da orelha, composta principalmente de cartilagem. Sua forma ajuda a capturar e direcionar as ondas sonoras para o canal auditivo. O pavilhão auricular possui características que variam entre os indivíduos, como tamanho e forma.
- Canal Auditivo Externo (ou Meato Acústico externo): É um tubo que se estende desde o pavilhão auricular até o tímpano. O canal auditivo é revestido por pele e contém glândulas sebáceas que produzem cera (cerume), ajudando a proteger o ouvido contra sujeira e infecções.
2. Orelha Média
A orelha média é situada atrás do tímpano e é responsável por amplificar as vibrações sonoras. Suas principais estruturas incluem:
- Tímpano (ou Membrana Timpânica): É uma fina membrana que separa a orelha externa da orelha média. Ele vibra em resposta às ondas sonoras que entram no canal auditivo.
- Cadeia de Ossículos: Composta por três pequenos ossos chamados os componentes:
- Martelo (Malleus): Conectado ao tímpano, é o primeiro osso da cadeia.
- Bigorna (Incus): É o segundo osso, que se conecta ao martelo e ao estribo.
- Estribo (Stapes): É o menor osso do corpo humano e se conecta à janela oval da orelha interna. Ele ajuda a transmitir as vibrações sonoras do ar para o fluido na orelha interna.
- Tuba Auditiva (ou Trompa de Eustáquio): Este é um canal que conecta a orelha média à parte posterior da garganta (nasofaringe). Sua função é equalizar a pressão entre a orelha média e a atmosfera externa

3. Orelha Interna
A orelha interna é onde ocorre o processo final da audção, transformando as vibrações sonoras em impulsos nervosos. Suas principais estruturas incluem:
- Cóclea: É uma estrutura em forma de espiral que contém células ciliadas sensoriais. Estas células convertem as vibrações sonoras em impulsos elétricos que são enviados ao cérebro pelo nervo auditivo resultando na percepção do som.
- Vestíbulo ou Labirinto: Esta parte da orelha interna é responsável pelo equilíbrio e coordenação. Contém estruturas que detectam mudanças de posição e movimento da cabeça.

Quais os tipos de perda de audição?
Existem diferentes tipos de perda auditiva, que podem ser classificadas como:
1.Perda Auditiva Condutiva:
Ocorre quando os sons não conseguem passar eficientemente para o ouvido interno.
2.Perda Auditiva Sensorioneural:
Essa forma é causada por danos às células ciliadas da cóclea ou ao nervo auditivo.
É uma das poucas patologias crônicas, que na maioria dos casos não há tratamento médico ou cirúrgico disponível. Por isso, uma intervenção audiológica precoce e reabilitação auditiva adequada, minimizará os impactos deletérios desta perda.
3.Perda Auditiva Mista:
Combina aspectos da perda conduzida e sensorioneural, resultando em uma perda auditiva mais complexa.

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As causas da perda auditiva podem ser diversas e incluem fatores genéticos, ambientais e relacionados ao estilo de vida.
A seguir estão algumas das causas mais comuns:
1.Perda Auditiva Condutiva
- Infecções: Infecções do ouvido, especialmente em crianças, podem causar perda auditiva temporária ou permanente. A otite externa ou média, por exemplo, é uma infecção comum que pode afetar a audição.
- Cerume: por obstrução do conduto auditivo externo e membrana timpânica
- Perfuração timpânica: infecções ou traumas (uso indevido de cotonetes ou lavagens feitas por pessoas não treinadas)
- Corpo estranho: mais comum em crianças que colocam pequenos objetos no conduto auditivo
- Tumores
- Mal formações genéticas da orelha externa ou média
- Otosclerose ou Otospongiose (doença genética que causa rigidez do osso estribo): fase inicial da doença

2.Perda Auditiva Sensorioneural
- Envelhecimento (Presbiacusia): A perda auditiva relacionada à idade é uma das causas mais prevalentes. À medida que as pessoas envelhecem, as células sensoriais nos ouvidos podem se deteriorar, resultando em uma diminuição gradual da capacidade auditiva.
- Ruído Excessivo: A exposição prolongada a ruídos altos, como os encontrados em ambientes de trabalho como fábricas, abuso de fones de ouvido, construções ou mesmo em concertos de música, podem danificar permanentemente as células ciliadas do ouvido interno.
- Infecções: Infecções do ouvido podem causar perda auditiva temporária ou permanente.
- Genética: Alguns tipos de perda auditiva são hereditários e podem ser identificados em famílias. Essas condições podem se manifestar ao nascimento ou se desenvolver ao longo da vida.
- Doenças: Doenças como doenças autoimunes, diabetes, hipertensão e certos vírus, como o SARS-COV 19, Herpes zoster, Citomegalovírus ou a Rubéola, podem contribuir para a perda auditiva.
- Uso de Medicamentos (Ototóxicos): Alguns medicamentos, como certos antibióticos e quimioterápicos, podem provocar dano à audição como um efeito colateral.

3.Perda Auditiva Mista
- Infecções: Infecções do ouvido podem causar perda auditiva do tipo misto
- Genética: Exemplo da Otosclerose em fase avançada
- Traumática: Fraturas de mastóide



Quais os Sintomas da Perda de Audição?
Os sintomas da perda auditiva podem variar de pessoa para pessoa, e a gravidade pode depender do tipo e causa da condição.
Entre os sintomas mais comuns estão:
- Dificuldade em ouvir conversas: Especialmente em ambientes ruidosos.
- Necessidade de aumentar o volume: Em dispositivos de entretenimento, como TVs ou rádios.
- Dificuldade em entender palavras: Pode incluir confusão em relação a sons semelhantes ou dificuldade em distorcer palavras.
- Zumbido (tinnitus): Algumas pessoas relatam sons de zumbido ou chiado, que podem ser um indicativo de danos auditivos.
- Sensação de plenitude no ouvido: Pode ocorrer um sensação de pressão ou plenitude, especialmente associada a infecções.

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A perda auditiva pode ter um impacto profundo na vida de uma pessoa, afetando suas interações sociais, trabalho, e saúde mental.
Algumas das maneiras pelas quais a perda auditiva pode influenciar a vida de uma pessoa incluem:
1.Comunicação: A dificuldade em ouvir pode levar a mal-entendidos e isolamento social. Isso pode resultar em pessoas evitarem situações sociais ou sentirem-se excluídas.
2.Desempenho no Trabalho: A perda auditiva pode afetar a capacidade de realizar tarefas no trabalho, especialmente em ambientes onde as habilidades auditivas são essenciais.
3.Saúde Mental: Estudos mostram que pessoas com perda auditiva têm um risco maior de desenvolver depressão e ansiedade. O isolamento social e a dificuldade de comunicação podem contribuir para esses problemas.
4.Cognição: Há evidências que sugerem que a perda auditiva pode estar relacionada a um maior risco de demência e declínio cognitivo. O envolvimento social e a comunicação são fatores cruciais para a saúde cerebral.

Relação entre o cérebro e a Perda de Audição ?
É importante ressaltar que alteração do Processamento Auditivo Central (PAC) e a perda auditiva não são a mesma coisa, embora possam coexistir.
A perda auditiva refere-se à capacidade de ouvir sons, enquanto o PAC envolve a compreensão e a interpretação desses sons pelo cérebro.
Em muitos casos, indivíduos com perda auditiva podem enfrentar dificuldades no PAC, não porque suas capacidades auditivas sejam comprometidas, mas porque a falta de estímulos auditivos adequados pode prejudicar a habilidade do cérebro em processar esses sons de maneira eficaz.

Para avaliar a perda auditiva, são realizados testes auditivos padrão, mas para identificar disfunções no PAC, são necessários testes específicos, pois essas condições muitas vezes não são detectadas nos exames auditivos tradicionais.
Causas de Dificuldades no Processamento Auditivo:
Diversos fatores podem contribuir para dificuldades no PAC, incluindo:
- Fatores Genéticos: Algumas condições que afetam o PAC podem ser herdadas ou estar associadas a síndromes genéticas.
- Ambiente de desenvolvimento: Crianças expostas a pouca estimulação auditiva ou a ambientes ruidosos podem apresentar dificuldades.
- Traumas na cabeça: Lesões cerebrais podem impactar a forma como o cérebro processa sons.
- Infecções: Doenças, como otite média, podem causar perda auditiva temporária que, se recorrente, pode afetar o PAC.
- Distúrbios neurológicos: Condições como o TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade) e o autismo podem afetar o processamento auditivo.
Os sintomas de dificuldades no PAC podem incluir:
- Dificuldade em Seguir Instruções: Especialmente em ambientes barulhentos.
- Problemas de Compreensão: A pessoa pode ter dificuldade em entender o que é dito, mesmo que consiga ouvir.
- Fadiga Auditiva: A necessidade de se concentrar intensamente para ouvir e entender pode levar a uma sensação de cansaço.
- Confusão com Sons: Dificuldade em distinguir entre sons semelhantes ou em identificar palavras em uma conversa.
Perda de Audição e Demência no Idoso: Uma Relação Complexa
A perda auditiva, muitas vezes associada à idade — conhecida como presbiacusia — é uma condição comum entre os idosos.
Os sintomas da perda auditiva geralmente incluem dificuldade em entender a fala em ambientes barulhentos, necessidade de aumentar o volume de aparelhos eletrônicos e dificuldade em localizar a origem dos sons.
A demência é um termo abrangente que descreve um grupo de doenças caracterizadas por declínio cognitivo. A doença de Alzheimer é uma das formas mais comuns, mas existem outras.
Os sintomas da demência podem incluir:
- Perda de Memória: Dificuldades em lembrar informações recentes ou reconhecer pessoas e lugares.
- Alterações de Humor e Comportamento: Mudanças significativas na personalidade, irritabilidade e apatia.
- Dificuldades de Comunicação: Problemas em encontrar palavras ou em seguir conversas.

A ligação entre perda de audição e demência é uma área de estudo crescente. Pesquisas sugerem que a perda auditiva pode ser um fator de risco para o desenvolvimento de demência e que os mecanismos subjacentes podem incluir:
- Isolamento Social: A dificuldade em ouvir pode levar ao isolamento social e à redução das interações sociais. O envolvimento social é crucial para a saúde cerebral, e a falta dele pode acelerar o declínio cognitivo.
- Carga Cognitiva: A perda auditiva aumenta a carga cognitiva ao exigir mais esforço para interpretar sons e conversar. Essa sobrecarga pode consumir recursos mentais que, de outro modo, seriam utilizados para funções cognitivas superiores.
- Diminuição da Estimulação Cognitiva: A comunicação é uma forma importante de estímulo cognitivo. A dificuldade em ouvir reduz a interação e, consequentemente, a estimulação que o cérebro recebe, potencialmente contribuindo para a deterioração cognitiva.
- Conexões Neurais: A perda auditiva frequentemente resulta em mudanças estruturais no cérebro. Estudos mostram que as áreas do cérebro responsáveis pela audição podem encolher em resposta à falta de estímulos sonoros, o que poderia interferir em outras funções cognitivas.

Diversos estudos epidemiológicos têm investigado a associação entre perda auditiva e demência. Um estudo realizado pela Johns Hopkins University revelou que indivíduos com perda auditiva leve têm o dobro de chances de desenvolver demência em comparação com aqueles que não apresentam problemas auditivos. A mesma pesquisa também indicou que, à medida que a perda auditiva se agrava, o risco de demência aumenta em três a cinco vezes.
Outro estudo observou que o uso de aparelhos auditivos em idosos com perda auditiva pode ajudar a reduzir o risco de demência ao melhorar a comunicação e a interação social. Isso sugere que a intervenção precoce e o tratamento da perda auditiva podem atuar como uma forma de prevenção contra o declínio cognitivo.
Dada a relação entre perda auditiva e demência, é crucial implementar intervenções que possam mitigar os efeitos dessas condições.

Como Diagnosticar Perda de Audição?
O diagnóstico da perda auditiva geralmente envolve uma avaliação completa da audição realizada por um profissional de saúde, como um otorrinolaringologista.

A avaliação inclui:
- Histórico Médico: sintomas, exposição a ruídos, condições de saúde e uso de medicamentos. Antecedentes familiares com perda de audição.
- Exame Físico: O exame do ouvido pode revelar sinais de obstrução, infecção ou outros problemas físicos.
- Testes Auditivos: Vários tipos de testes auditivos podem ser utilizados:
- Audiometria tonal e vocal: Teste que mede a capacidade auditiva em diferentes frequências e volumes.
- Impedanciometria: Avalia como o tímpano e os ossículos do ouvido médio respondem a mudanças de pressão.
- Testes de reflexo auditivo: Medem a resposta do nervo auditivo a sons rápidos.
- Testes Específicos para PAC: Testes que avaliam a discriminação auditiva, memória auditiva e outras funções relevantes.

- Tomografia Computadorizada de Mastóides
- Ressonância Magnética de orelhas internas Exames de imagem que podem ser úteis nos diagnósticos de infecções, traumas, tumores ,má formações.

Qual Tratamento para Perda de Audição?
O tratamento da perda auditiva varia de acordo com a causa, gravidade e tipo de perda auditiva. As opções incluem:
1. Aparelhos Auditivos:
Esses dispositivos eletrônicos amplificam o som para ajudar o paciente a ouvir melhor. Eles vêm em diferentes estilos e tecnologias, desde modelos mais básicos até os digitais e conectados a aplicativos.
2.Implantes Cocleares:
Para pessoas com perda auditiva severa a profunda que não se beneficiam com aparelhos auditivos, os implantes cocleares podem ser uma opção. Eles envolvem um dispositivo eletrônico que é colocado cirurgicamente no ouvido interno para estimular diretamente o nervo auditivo.

3.Terapias:
Terapias cognitivo comportamentais para o zumbido, que muitas vezes acompanha a perda auditiva, além da terapia sonora e aconselhamento.
Terapia de Processamento Auditivo: ajudam a melhorar as habilidades de processamento auditivo, muitas vezes utilizando exercícios que envolvem escuta ativa.
Apoios Tecnológicos: Dispositivos auditivos, como aparelhos auditivos ou sistemas de FM, podem ajudar a amplificar sons e minimizar ruídos de fundo.
Educação e Treinamento: Capacitação de pais, professores e outros profissionais sobre como apoiar e adaptar a comunicação para indivíduos com dificuldades no PAC.
Fonoaudiologia: O acompanhamento com fonoaudiólogos pode ajudar a desenvolver habilidades de linguagem e comunicação.
4.Medicação:
Embora não haja medicamentos que revertam a perda auditiva, alguns podem ser prescritos para tratar infecções ou inflamações que estão contribuindo para a perda auditiva, assim como o tratamento de sintomas associados como zumbido ou tontura.
5.Cirurgia:
Em alguns casos de perda auditiva condutiva, como em infecções crônicas ou problemas estruturais, a cirurgia pode ser uma opção para restaurar a audição.

Como Prevenir a Perda de Audição?
Embora nem todas as causas da perda auditiva possam ser evitadas, muitas delas podem ser prevenidas com algumas medidas simples.
Algumas dicas incluem:
- Proteção Auditiva: Usar protetores auriculares em ambientes barulhentos, como shows ou locais de trabalho com ruído excessivo, pode ajudar a prevenir danos auditivos.
- Evitar Ruídos Altos: Limitar a exposição a fonesde ouvido por longos períodos e sons altos. Manter o volume de dispositivos eletrônicos em níveis seguros são hábitos importantes.
- Cuidados com o Ouvido: Manter os ouvidos limpos e evitar o uso de objetos pontiagudos para limpar ouvidos pode prevenir infecções e lesões.
- Check-ups Regulares: Realizar exames auditivos regularmente, especialmente à medida que se envelhece ou se tem histórico familiar de perda auditiva.
- Educando-se sobre a Saúde Auditiva: A educação é fundamental para reconhecer os sinais de perda auditiva e buscar tratamento precoce.A educação de cuidadores e familiares sobre a importância da saúde auditiva e suas implicações cognitivas é essencial. Isso garante que eles possam oferecer suporte adequado e buscar tratamento quando necessário.
- Atividades de Estímulo Cognitivo: Manter atividades que estimulem o cérebro, como leitura, jogos de palavras ou interações sociais, pode ajudar a preservar as funções cognitivas.

Evitar a perda auditiva e seus consequentes efeitos cognitivos é uma preocupação válida e necessária. Consultar a Dra. Kaliane Araújo, uma otorrinolaringologista experiente, pode ser a chave para um diagnóstico precoce e um manejo eficaz da sua saúde auditiva. Não subestime a importância de cuidar da sua audição; faça uma consulta e dê um passo importante em direção a uma vida saudável e plena.

SAIBA MAIS
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